Metal Gear Solid 5 Poderá Inaugurar Nova Era no Mercado de Games
29 May
A Konami e Hideo Kojima (depois de Shigeru Myamoto, o criador de games mais influente e genial, atualmente), estão brincando com o mundo gamer. E todos estão adorando!
O Relógio de Kojima
Faz um tempo que a Konami colocou em seu site, uma contagem regressiva. Da primeira vez que o relógio ia descontando tempo, uma paisagem com o céu nublado estava ao fundo. Assim que ele “zerou”, uma nova contagem começou a partir de 199 horas e começou a chover na paisagem. O engraçado é que, pouco tempo depois ela foi para 119 horas. Não se sabe se isso foi uma brincadeira, ou um motivo para que algum estagiário estivesse em apuros.
Acontece que a contagem regressiva está relacionada a Metal Gear 5. Acontece que a E3, já é na semana que vem. Acontece que a contagem atual termina no domingo, as 19 horas. Acontece que essa contagem é igual Lost: todo mundo quer saber no que vai dar, mas gosta tanto da brincadeira, que não quer que termine.
Especula-se que, assim que ela terminar, ela será renovada, outra vez. Segundo Pablo Miyazawa colocou no seu blog, pode ser que o relógio passe a contar 16 horas “to go”, o que faria com que ele zerasse na coletiva da Microsoft, onde seria anunciada a chegada de MGS5 para o Xbox 360.
O Serviço, Não os Jogos, Seriam o Peso da Balança
Isso seria ótimo! Estou torcendo para que seja multiplataforma. Não por preferir o X360 ao PS3 (o que de fato acontece), mas porque isso representaria a queda da última barreira que segura um estilo antigo no mercado de games: Fazer com que o jogador decida qual console comprar, de acordo com os jogos que ele oferece.
Final Fantasy 13 será multiplataforma. MGS é a última grande franquia Third Party a ser exclusiva, se ele cair, dificilmente haverá algum jogo dessa importância, a ser lançado para um console só. E isso significaria que os gamers deixariam de escolher o seu console pelos jogos, e passariam a optar pelos serviços prestados pelas fabricantes.
E isso abre muitas ótimas e novas possibilidades, que acabariam forçando todas as empresas (sim, Sony) a entrar oficialmente no mercado brasileiro, já que elas teriam que oferecer o serviço em reais (ou possibilitar a compra de pontos, como ocorre com a Nintendo e Microsoft). E teriam que dar suporte para os consumidores em vários países.
Seria isso, ou perder mercado. A grande empresa japonesa, principalmente, não respeita muito o consumidor (brasileiro, ao menos). E com a internet aí, há algum tempo, sabemos que num mercado de serviços, quem manda é o consumidor… Ah, novas possibilidades…






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