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Google Nexus One: Press Release, Comercial e Reviews

6 Jan

Google Nexus One: Press Release, Comercial e Reviews

Esse é o comercial do Google Nexus One

Lembro de uma briga ocorrida há pouco tempo, ainda em 2009, onde o Governo Federal queria que a Vale passasse a vender produtos feitos a partir do minério que produzia. Os manufaturados seriam vendidos por um valor mais alto que o minério.

Se não me engano, foi o presidente da Vale que disse que isso seria um péssimo negócio, pois eles se tornariam “concorrentes de seus clientes“.

Não é isso que o Google está fazendo, lançando um telefone celular[bb] sob sua marca? Com essa atitude, o Google não desestimula as outras empresas a usarem o Android[bb]?

Bem, eu não sei, mas ainda assim eu estou louco para colocar as minhas mãos no Nexus One. E não me canso de saber tudo sobre ele. E para quem tem a mesma curiosidade que eu, que preparei esse guia com um monte de informações sobre o Nexus One. Aproveite!

Google Nexus One Oficial

Reviews

Update #01 - O Thiago Miqueri Diretor da Plan B Comunicação Online, enviou uma tabela comparativa entre o Nexus One, Droid, iPhone e o Palm Pre. Clique aqui para ver a tabela.

Google Latitude: Invasão de Privacidade e Marketing

10 Feb

Google-LatitudeO Google Latitude apareceu na semana passada, muita gente falou dele mas nem tanta gente usou ele… Afinal, os valores do tráfego de dados em celulares, aqui no Brasil, continuam absurdos!

Bem, inicialmente eu tinha escrito uns três parágrafos sobre o assunto, mas apaguei porque é melhor ser direto: não acho que o Latitude seja uma forma de invasão de privacidade. Quem escolher usar, que arque com as conseqüencias.

Acho melhor dedicar mais tempo para falar do uso do Google Latitude no Marketing!

Vi no Search Engine Guide uma matéria que falava sobre isso, justamente quando todos os outros falavam apenas sobre privacidade. O artigo (para ler, clique aqui) não cita muitas idéias. Basicamente fala sobre a possibilidade de uma loja colocar a sua localização, que ficará disponível quando a pessoa (e seu celular) estiver por perto. O que é uma ótima, mas pode ser aperfeiçoada. Também fala que esses anúncios poderiam funcionar de acordo com o horário. Eu já imaginei algumas coisas que eu gostaria:

  • Ser alertado, ao meio dia, quais restaurantes existem por perto, e quais as suas especialidades. Um sistema de reviews curtos, feitos pelos usuários também seria bom. Esses reviews poderiam ser feitos por SMS.
  • Ser alertado a noite sobre as festas que estão ocorrendo. Mesmo sistema de review e um brinde: localização e telefone dos pontos de taxi para os baladeiros que gostam de beber, ou não tem carro.
  • Um sistema parecido com o Yellow Arrow (como ninguém com quem eu falo conhece, acho que terei que escrever sobre ele em um futuro próximo), só que todo pelo celular: O usuário do Latitude teria condição de marcar o lugar no mapa, e deixar um recado para as pessoas que passarem por ali. Quando elas chegarem no mesmo lugar, poderam acessar o texto através do mapa, e responder. Mas só vale para quem estiver no lugar. E tudo em até 140 caracteres. Prefeituras poderiam usar, para criar um “Tour Virtual” e os turistas conheceriam as histórias da cidade, através do celular.

Obviamente, quero isso e muito mais, com ícones bonitinhos no mapa. E quero muito mais. Essas três coisas que eu falei são coisas pensadas em cinco minutos. Cada dia, aparecem melhores profissionais web, e acredito que quando esse serviço completar um ano, teremos muitos cases para comentar.

A discussão do post pago

27 Apr

Novamente, o Braincast me deu pauta. Pare de assinar aquelas listas de discussão, tipo Blogosfera e Radinho. Ouça o braincast e faça parte do Twitter… nesse último, como alguém falou, “estão os bastidores da blogosfera brasileira.”

Vamos ao assunto do post pago. Concordo com a constante afirmação do Cris Dias: existe um “Karma Patrol” na blogosfera. Os grupos de discussão antes citados, são grandes exemplos disso. Sem entrar em detalhes, acabam existindo mais discussões sobre “fulano mandou um email, falando do post dele, acho que deveríamos acender tochas e buscarmos ele, para pensar em um castigo bem doloroso.”, do que algum assunto legal. E isso parece acontecer com os blogs feitos por essas pessoas.

A polêmica do post pago é discussão antiga

e foi revitalizada com a ação promocional da LG[bb] com o seu Viewty[bb], como diz o @marcogomes, “O celular da discórdia”. Se você conhece a ação da LG, continue lendo. Se não faz idéia do que falo, clique aqui.

Então se discutiu a ética disso, o fato dos blogueiros aceitarem celulares… alguns disseram que eles se venderam por pouco, outros que eles não deveriam nem ter se vendido por muito… Eu, no final das contas, acho que eles não se venderam.

Poxa, olha só: eles são formadores de opinião. Se a empresa tem um aparelho de celular e confia nele, qual é o problema de procurar os caras para que eles testem e escrevam a sua opinião? E a LG nem fez eles assumirem o compromisso de darem a sua opinião.

Reclamam que ninguém valoriza a blogosfera brasileira…

… e quando fazem isso, reclamam também. Os participantes dessa ação estão certos: tem que participar, andar de helicóptero, tomar todas e aceitar o celular[bb]. Não será da noite para o dia que eles vão ganhar milhões de reais com anúncios em seus blogs. E esses milhões, talvez não sejam um reconhecimento tão grande quanto essa ação da LG.

Veja os canais de TV, por exemplo: o IBOPE mede o número de pessoas que assiste os programas. Não o número de pessoas influenciadas por eles. Já os blogueiros e flickeiros que participaram dessa ação, foram escolhidos, porque têm influência na opinião dos outros.

Ter influência na opinião dos outros = ter o seu trabalho reconhecido pelo seu público.

Ser convidado para influênciar os outros = ter o seu trabalho reconhecido por uma nova maneira de anunciar.

Como diz o carinha (que eu não lembro o nome) da Ad Age, “As agências, como conhecemos, estão acabando”. O que aconteceu com essa ação do celular, foi a nova (nem tanto), maneira de anunciar, de promover. Ponto para as agências, para os que participaram e para a ação.

E a grande maioria (não todos, mas a maioria) dos que se “ofenderam” e disseram que a gurizada se vendeu por pouco… acho sim, que tem um “q” de dor de cotovelo…