Eu ia escrever sobre estrutura de URL, mas me deparei com um post muito bom bo Insitghter, enão prefiro linkar para um ótimo trabalho: http://insighter.org/seo/estrutura-de-urls-utilizando-subdominios-ou-diretorios
Precisavamos de uma boa ferramenta para o compartilhamento de documentos de texto, então começamos a usar o Google Docs. Quando o volume de documentos ficou muito grande, a interface do GDocs se mostrou um pouco ineficiente, e sentimos falta de alguns recursos simples, como uma agenda e uma lista de contato em comum para todos os participantes do projeto.
Foi então que, em um post do Comunicadores, fiquei sabendo do Microsoft Office Live Workspace. O seu funcionamento é um pouco diferente do Google Docs, e ele tinha o que nós queríamos! Uma “area de projetos” compartilhada, onde tudo que tu colocasse lá, estaria disponível para todos os participantes, em uma organização única. Todos teriam acesso as mesmas pastas e documentos, além da existência da lista de contatos, bloco de notas e agenda do projeto.
E o seu funcionamento ainda sanaria outro problema, que era o de um dos escritores preferir usar o Word ao editor de textos do Google (o que não é um problema, mas sim, uma preferência). Ele poderia continuar usando a ferramenta do Microsoft Office, porque o Live Workspace funciona de forma diferente. Ao invés de editar o texto diretamente no browser, você baixa o Office Live In, que adiciona ao Word (e Excel e PowerPoint), a possibilidade de salvar online os documentos, diretamente na sua conta do Workspace.
Assim, os documentos ficam online e podem ser acessados de qualquer computador e visualizados diretamente no navegador, mas só podem ser editados através do editor de texto instalado no seu computador.
É uma boa solução, e que nos servia perfeitamente. A decepção é que esse plugin necessário para fazer a conexão do pacote office instalado no computador com o serviço online, não pode ser instalado em computadores da Apple, mesmo que eles tenham o Microsoft Office instalado. E já que o chefe usa um Macbook…
A Microsoft precisa se ligar que, quando ela oferece um serviço online, ele deve estar disponível para todos, usem Windows, Mac OS X ou Linux…
Update 27/06/09: andei fuçando mais na documentação do Live Workspace, e parece que ele aceita mac. O problema é que tem que usar o Safari, e não o Firefox como eu estava usando. Segunda feira verei isso (porque só tenho mac no trabalho).
Essa semana descobri uma ferramenta bem interessante. Mas vou começar falando de outra, que eu já conhecia: o Google Docs.
Uso o pacote office do Google, desde que ele se chamava Writelly, e não pertencia à gigante da internet. E sempre gostei… Quando comecei no emprego onde estou atualmente, foi uma das adições que fiz ao modo de trabalho da equipe: como teríamos um grande volume de documentos circulando entre todos, por que editar no Word e ficar mandando por email? Usamos o Google Docs e compartilhamos: sem emails, sem uploads e sem versões duplicadas.
E estava ótimo até o número e os tipos de documentos crescerem em número. São textos, anotações, listas de contato. Cada um tem uma maneira de organizar e, mesmo que seja o mesmo documento, as vezes acaba acontecendo uma confusão e quem é menos organizado, se perde. Chegamos a conclusão que o Google Docs é sim, uma boa ferramenta, mas ele precisava de um recurso: ao invés de ter documentos compartilhados, seria ideal que ele tivesse uma “área de trabalho” compartilhada. Os mesmos arquivos, as mesmas pastas e os mesmos parâmetros para todos os envolvidos no projeto. Todos compartilhando a mesma organização.
Além disso, a colocação de mais recursos em um lugar só. Usamos o Google Docs para os documentos que criamos, mas a nossa agenda de tarefas e lista de contatos, está sendo gerenciada pelo Thymer. Seria muito bom ter tudo em um lugar só.
Então veio, em um post no Comunicadores (pra mim, o melhor blog sobre publicidade que existe em língua portuguesa): ele me apresentava o Microsoft Office Live Workspace, que era tudo o que eu queria… Exceto por um detalhe… Mas isso merece um outro post: um review sobre esse que é um bom serviço da MS mas, infelizmente, não pudemos adotar…
A campanha #unfollow @marcelotas mostra que muitos que defendem liberdade de expressão só o fazem quando ela não os contraria.
Luli Radfahrer - Veja o Tweet
Foi com esse Tweet que fiquei sabendo da campanha de #unfollow no @marcelotas que, até onde sei, foi motivada pela opinião que o âncora do CQC deu em relação aos “estudantes / protestantes” no caso da greve na USP. Ele os teria chamado de “vagabundos” e terminado o texto com “pm neles”.
Concordando com o dito acima, e em solidariedade, escrevi esse email ao Marcelo Tás:
Tudo certo?
Confesso que não te sigo no Twitter, e que não gosto do CQC. E começo falando assim, porque acho importante dizer que, apesar de não acompanhar o teu trabalho recente pelo simples fato que não gosto dele, não impede que eu respeite a tua opinão, mesmo que contrária a minha (embora, nesse caso, eu concorde contigo).
Escrevo para prestar solidariedade contra esse ataque infantil que tu está sofrendo no Twitter, que parece estar se tornando uma plataforma de ataques de infantilidade. A cada semana se pega alguém para malhar: um caso recente, anterior ao teu, é a perseguição contra a Twittess. As pessoas que não gostam dela, resolveram persegui-la, sem ela ter atacado os outros, só porque não concordam com os seu objetivo de “ser famosa”.
Agora resolveram que tu, de intelectual que não pode deixar de ser seguido, passou a monstro, porque não concorda com as atitudes de um bando de baderneiros, violentos e intolerantes.
Mas acredito que tu, que não é velho, mas em alguma realidade alternativa deve ter alguns cabelos brancos, sabe como as coisas eram na época da ditadura, ou mais recentemente os “caras pintadas”. Embora tenham ocorridos alguns encontros violentos, mesmo quando a repressão era maior, os protestos costumavam ser pacíficos. Muito mais do que são hoje.
Não sei se as pessoas não sabem mais protestar, ou simplesmente estão mais violentas. O fato é que na recente história do Brasil, já vimos protestos onde, ao invés de procurar uma forma organizada e pacificamente barulhenta, os protestantes descambaram para a violência e o vandalismo. E eles acham que isso é protestar.
Cada vez mais me parece que eles, além de não saber contra o que estão lutando (contra um problema, uma situação ou contra o estado?), não sabem o que fazer. Então acabam sendo intolerantes e impedindo que haja a liberdade de ação, expressão e pensamento, pelo qual que as pessoas que anos atrás fundaram os movimentos que atualmente eles representam, tanto lutaram para que existisse à todos os brasileiros.
Isso tudo me faz relembrar do último Fórum Social Mundial que ocorreu em Porto Alegre, e que durante o seu transcorrer me transformou, de um participante empolgado, para alguém extremamente desanimado.
Dentre os vários motivos, vou falar de um, apenas: em várias palestras a palavra de ordem era democracia. Tudo levava até ela. Ou as pessoas deveriam ter acesso a internet, para participar da “democracia digital”; ou deveriam ter educação universitária para ter instrução e exercer uma “democracia consciente”, além de vários outros tipos de democracia.
Acontece que a democracia é o respeito à ideias conflitantes, mesmo que não haja a concordância ou aceitação.
Mas não foi isso que vi. O FSM era um evento onde um grupo de partidos (um deles no qual já acreditei muito), tinha uma grande participação. Bandeiras desses partidos (e dos movimentos que os representavam), estavam no ombro de grande parte das pessoas.
Então eu presenciei o que tinha aparência de que seria um linchamento, caso a Brigada Militar não tivesse impedido que a pancadaria iniciasse.
Dois jovens que carregavam bandeiras de um partido de grande influência nacional, mas que não fazia parte dos partidos mais expressivos do FSM, começaram a ser hostilizados. E se os brigadianos não chegassem, é provável que esses dois tivessem levado uma surra gigantesca (como as pessoas que os rodeavam, estavam prometendo).
Então tu vê: as pessoas que pedem democracia, melhoria do país, podem ser tão intolerantes quanto foram os ditadores que, por muitos anos, fizeram do Brasil um lugar pior. É preciso entender que a diversidade que traz a beleza à um país como o Brasil, não pode ficar restrita apenas ao resultado da mistura de raças e etnias: É preciso que todos tenham o direito de pensar e se expressar, para que se possa encontrar soluções definitivas e viáveis para os problemas que todos enfrentamos.
É preciso aprender que “gostar” e “respeitar” são duas coisas completamente diferentes. É preciso aprender que o respeito deve existir, mesmo que não se goste.
E que lutar por um ideal, não é bater por um ideal.
Solidariedade à tua (e de todos), liberdade de expressão.
Lucas Pereira da Rosa
Quando você começa a escrever em um blog, existe (ao menos) um motivo: ou a intenção é ter milhares de leitores e se tornar um problogger, ou só escrever e apreciar quando os leitores aparecem, sem compromisso de crescimento. Também é possível que você queira usar esse ritual diário (ou quase) de escrever, como uma forma de se manter atualizado, afinal, dizem que gravamos melhor o que escrevemos. Podem haver ainda outros motivos, mas em maior ou menor número, quem escreve, tem algo a dizer. E se diz, é porque acha que alguém quer escutar.
A internet possui milhões de potenciais leitores, e eles podem estar procurando o conteúdo que você escreveu. Agora pare de esperar que eles apareçam no seu blog, e comece a correr atrás deles.
Como fazer isso? Aí vai a dica desse post: para que servem as comunidades no Orkut? Os grupos no Facebook, ou no Linked In? As redes sociais que você pode criar, ou participa, no Ning? Para ficar fazendo joguinho do “você come ou passa”? Não: para juntar as pessoas que têm os mesmos interesses que você, e debater. Por isso, use essas oportunidades para espalhar o seu conteúdo.
A maioria das pessoas faz, mas faz da maneira errada. Elas não buscam ampliar a sua audiência, mas sim, aumentar o número de visitantes do seu blog. Por isso, as pessoas costumam divulgar o seu conteúdo da forma errada: abrem uma discussão num grupo ou comunidade, copiam o título do post e colocam um link.
Colocar um link é arriscar que o leitor não clique. Aproveite que ele está ali, e apresente o seu texto, antes de apresentar a sua URL. Sim: nas comunidades, grupos ou redes sociais, copie e cole o post que você acabou de publicar. Então o leitor já terá o seu texto a disposição, e caso goste, certamente procurará por mais, no seu blog.
Fazer o leitor se interessar pelo seu texto, é muito melhor do que tentar convencê-lo a clicar em um link.
Acima, o video com três banners do Mini Cooper, nesse legítimo post de feriado…
Os banners são legais, principalmente o primeiro. Eu não sou de clicar em banners, simplesmente porque eles têm um “clique aqui” ou “passe o mouse” (sim, sou bem resistente a banners).
Mas sempre gostei daqueles que são jogos. Sabe, aqueles de atirar nas múmias, no iPhone, e que resultam como “três ringtones grátis”. Pensei que o banner do Mini Cooper era, realmente, um jogo.
Acontece que não era um jogo mas, mesmo assim, é um pouco diferente do que a maioria. E tem uma animação muito boa. Estou falando do primeiro, mas os dois próximos também são super bem feitos, e tem uma idéia legal!
Hoje começo a Quarta SEO. A partir de agora, nas quartas-feiras, compartilharei o que sei sobre Search Engine Optmization
Existem várias coisas que devem ser feitas para que um blog ou site fique bem posicionado nos mecanismos de busca. Otimizações na programação, na formatação do conteúdo e mais. Nesse post, vou mostrar como usar algumas midias sociais, para ajudar no SEO.
Antes, é importante saber que os mecanismos de busca levam (e bastante) em conta, os links que apontam para o blog e seus posts, quando determinam a sua relevância. Por isso é importante ter vários links apontando para o que você escreveu. Uma maneira de fazer isso, é usando as seguintes ferramentas:
O Delicious é uma conhecida ferramenta de bookmarking, ou seja, criação de favoritos. Iguais a esses que todo mundo tem nos navegadores, mas com a diferença de ser online. Ele é online e “social’, ou seja, outras pessoas podem ver o que você “favoritou“, pois o conteúdo dos perfis é aberto, a menos que esteja marcado para ser privado.
Como o Delicious deve ser usado para ajudar no SEO: a todo novo post, deve ser repetido o ritual de inseri-lo no Delicious. Entre no serviço e adicione o link no seu perfil. Ou use alguma ferramenta para fazê-lo.
Tags e descrição: Ajudam as ferramentas de busca a “refinar o resultado”. A dica é colocar uma descrição o mais sintética possível, descrevendo brevemente e com palavras chave.
O Technorati é um conhecido serviço para a blogosfera: é um mecanismo de busca para blogs, mas também tem diversas funções. Dentre elas, também serve como um serviço de online bookmarking, além de ranking e um espaço de promoção de conteúdo.
Como o Technorati deve ser usado para ajudar no SEO: da mesma maneira que o Delicious. É só ter uma conta no serviço, e “favoritar” cada novo post.
Tags e descrição: Não dá a opção para criar uma descrição, mas vale um lembrete sobre as tags: aqui elas são separadas por espaços, não por vírgulas. Caso queira usar duas ou mais palavras para formar uma tag (ex: blog de tecnologia), é necessário usar aspas (ex: “blog de tecnologia”).
Esse é o meu favorito: o StumbleUpon é um serviço de bookmarking e “descoberta” de sites. Nele, é possivel criar uma lista de favoritos, e usar as suas ferramentas, para descobrir novos sites que sejam do seu interesse.
Como o StumbleUpon deve ser usado para ajudar no SEO: Novamente, através do seu sistema de favoritos.
Tags e descrição: Muito importante, mesmo! Nesse caso, as tags e a descrição servirão para, além dos mecanismos de busca, fazer o mecanismo do StumbleUpon fazer outros usuários irem ao seu post ou blog, quando apertaram o botão que faz a ferramenta mostrar um site que foi favoritado, e se encaixa na descrição de gostos do usuário. Procure colocar tags em português e inglês.
Um conhecido agregador de notícias, que já derrubou sites. o Digg é um serviço que permite aos usuários da web, promoverem as notícias e artigos que acham mais interessantes. Além de linkar, o usuário pode votar nos textos que mais gosta, e ajudar a promovê-los dentro do site:
Como o Digg deve ser usado para ajudar no SEO: Novamente, colocando o link do seu post no Digg. E torcendo (ou pedindo) para os seus leitores votarem. Apesar das ferramentas de busca o número de votos (100 votos não contam como 100 links), elas levam em conta a colocação/página em que o post se encontra no Digg.
Tags e descrição: Não tem tags, só é possível escolher uma categoria pré-determinada. A descrição é importante para usuários do Digg: se alguém, através do serviço, chegar ao link, verá esse texto como um resumo do artigo.
No post 5 Passos para um site mais amigável com as mídias sociais e os mecanismos de busca, falei sobre a necessidade de ter um feed disponível para os usuários. E é importante que o Feed esteja disponível para o dono (ou a dona) do blog.
Como o Google Reader deve ser usado para ajudar no SEO: Adicionar o próprio feed ao seu GReader é o primeiro passo. Depois, cada post novo, deve ser aberto no leitor e compartilhado (ao abrir o post, na parte inferior, tem um link onde está escrito “compartilhar”). Simples.
Tags e descrição: Não têm importância.
Claro que fazer a otimização para os mecanismos (SEO) de busca, não é só isso. Existe muito mais e, o que eu sei, irei compartilhar em próximos posts, nas próximas quartas. Mas usar essas ferramentas descritas acima, é algo importante e pode ser feito de uma maneira muito fácil para quem usa o Firefox: Instale o Addon “Shareaholic“, que será possível adicionar o novo post a todos os serviços, com poucos clicks.
Esse é rápido, e eu não podia deixar de colocar: Mashable ultrapassou o TechCrunch e é o blog de tecnologia mais popular do mundo. Veja o gráfico completo, aqui.
Segundo o Business Insider, o Mashable alcançou esse feito, devido os seguintes motivos:
- Conteúdo “sólido”.
- Muitos “How To” (”tutoriais”, “como fazer”), que são extremamente amigáveis aos mecanismos de busca.
- Leitores no ramo das Mídias Sociais, que costumam compartilhar de tudo.
- Uma presença dominante no Twitter. Por causa do Tweetmeme, Mashable é o site mais “indicado” no Twitter.
Na manhã de hoje, vários blogs estão falando sobre o fim do crescimento do Twitter. Ele parou de arrecadar novos usuários… E saíram alguns números, para se juntar aos que diziam que o microblog só conseguia reter 40% de seus usuários:
• 25% dos usuários não seguem ninguém.
• 2/3 seguem menos de 10 pessoas.
• 1/3 nunca postou uma palavra sequer.
• 80% postaram menos de 10 vezes.
• 50% têm menos seguidores do que a quantidade de pessoas que seguem.
• 30% têm o mesmo número de seguidos e seguidores.
Enquanto esses números vêm do Read Write Web, enquanto o Compete mostra a brusca queda de visitantes únicos no Twitter: entre Março e Abril, houve um crescimento de 5.411.301 visitantes únicos, enquanto no período de Abril a Maio, esse crescimento foi de apenas 285.333.
Como disse no início, vários blogs estão mostrando esses fatos, como se fosse algo ruim, mas eu não vejo assim. No mesmo gráfico do Compete, é possível ver que o Twitter manteve, por vários meses, um crescimento “pequeno”, mas constante, dando um “boom” de Fevereiro a Abril deste ano. O Twitter nunca parou de crescer, e agora que ele atingiu o mainstream, acredito que vá se tornar uma rede especializada, seguindo o caminho para o qual sempre apontou.
E quem usa o Twitter há mais tempo, sabe que essas explosões de usuários acontecem de tempos em tempos.
Transformando o Twitter em um Fórum.
O Twitter permite que cada usuário decida o conteúdo que irá receber, e isso quem entra já sabe. Acontece que ele também permite que os usuários bloqueiem o seu conteúdo, permitindo a escolha de quem pode ou não segui-los. E é essa a função básica para transformar o Twitter em um fórum.
Não estou aconselhando que as pessoas mudem o seu perfil e bloqueiem as visualizações. Eu não faço isso com o meu. Estou sugerindo a criação de um segundo perfil com o conteúdo bloqueado. Nele, serão adicionados os perfis que farão parte da discussão.
Ex: profissionais e acadêmicos que querem discutir sobre acessibilidade, criam um segundo perfil do Twitter com as atualizações bloqueadas, e adicionam apenas uns aos outros, restringindo o fluxo de informação e conteúdo. Naquele perfil, estarão conteúdos relacionados a acessibilidade.
O objetivo disso não é restringir a informação, mas sim, criar um canal sem “ruídos” ou distrações, facilitando o desenvolvimendo do debate.
Sendo beneficiado pelo Real Time Search
O Twitter possui uma ferramenta de busca que é muito útil, pois ela permite acompanhar o que está sendo discutido na hora. Ao contrário do Google, Bing, Yahoo ou outras tradicionais ferramentas de busca, o Twitter Search permite que você acompanhe a adição de conteúdo na web, em “tempo real“.
Quando falo em web, falo no Twitter. Mas para quem é da área da comunicação, atualmente é onde o conteúdo aparece: seja em texto, indicações, sugestões ou hyperlinks.
Continuando com o exemplo das pessoas que gostam de discutir sobre acessibilidade, elas podem usar uma ferramenta como o Seesmic Desktop ou o TweetDeck para acessar o Twitter, e criar uma coluna onde o twitter client utilizado, irá mostrar tudo que for falado e contiver a palavra “acessbilidade”, mesmo por pessoas que não fazem parte dessa rede de discussão.
Por que usar o Twitter e não usar algum grupo de discussão, ou forum?
Atualmente, com o crescente número de informações que a web nos proporciona, permitindo ou obrigando a absorção e/ou interação, ficou quase impossível participar desses debates. Em boa parte, ou eles passaram a ter muito conteúdo sem valor, ou um conteúdo muito extenso. O Twitter tem várias vantagens:
- Força a síntese, fazendo com que o conteúdo seja enxuto, de leitura mais rápida.
- Facilita a absorção de conteúdo: a informação que foi sintetizada, é mais objetiva. Sem desvios, a pessoa que recebeu a informação, pode absorvê-la mais rápida e facilmente.
- Força o uso de hyperlinks: em um post de forum ou grupo de discussão, era recorrente que o usuário, ao invés de postar o link para determinado conteúdo de um blog (por exemplo), copiasse todo o texto. Junto vinha uma descrição, uma opinião e mais um monte de coisas que não interessavam. Num post de Twitter, se coloca uma descrição e o hyperlink. Pronto!
- É dinâmico. Os participantes, desde que estejam conectados ao Twitter, recebem de forma quase instantânea, as atualizações feitas.
- Pode ser usado como chat, pois devido a rapidez das atualizações, permite que os usuários conversem em tempo real.
- Fornece um log, onde as conversações ficam armazenadas e disponíveis.
- Clientes: tanto em Adobe Air (como o Seesmic Desktop), ou programados em outra linguagem, existem diversos programas que permitem acesso ao Twitter, automaticamente entregando as atualizações para o usuário.
- E por fim, permite a busca em tempo real, de todo conteúdo aberto disponível no Twitter.
Nem todas as vantagens estão descritas acima, mas eu sei que não conheço todas. Qualquer leitor que enxergar mais alguma (ou alguma desvantagem), pode utilizar os comentários para falar, ou me dizer pelo Twitter, @lucaseditor.
























